Arquivo do mês: fevereiro 2011

Saving lo divertissement

O jornal me convidou pruma pergunta pro Caetano. Mea culpa: corr(o)ido que estava e como o horário do envio não ficasse claríssimo,  cabei formulando de sopetão dez perguntas para que o repórter, se ainda houvesse tempo, escolhesse dentrelas. Creio que desrolou-se-ê – não tive notícias do desfecho. Assim, segue o decálogo perguntício. O que o Caetano responderia? O que você responderá? Okê okê Oxossi?

1.    Todo mundo é ou poderia ser artista?

2.    Que canção sua imagina mais cinematrográfica, portanto propensa para uma adaptação?

3.    Já te vi falando sobre tantos assuntos… Difícil imaginar uma pergunta novidadista… Assim, por exemplo, o que você acha de mim?

4.    Qual o sentido da vida?

5.    Tesão sem alcool é amor?

6.    É possível estar carente, mas estar legal?

7.    O que será “looping lips”?

8.    Por onde começar?

9.    Quer fazer o público sonhar?

10. Pra que serve uma entrevista no jornal?

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Aqui, um dia, restará um texto sobre o fato seguinte: o ato-falho seguinte: no texto outro abaixo, por que não falei sobre o binômio-final-definitivo-máximo “Sorte e coragem”? Na verdade, o texto – se resistir – será sobre o binômio-incrível-espetacular-maravilhoso “Sorte e coragem” e não sobre o fato deu ter esquecido (?!) dele oh que tanto admiro-prezo-respeito-feromônio.

Ps: Ok: e o binômio-valise: “Intensidade”